23.12.10

20.9.10

Crédito para a vida que você merece

A Hotcred é uma das maiores empresas representativas do crédito consignado no Estado de Mato Grosso do Sul, possuindo loja na capital, no interior e em Mato Grosso.

Tem por filosofia tratar o cliente como ser humano, valorizando seus sonhos e ajudando na conquista de seus objetivos.

Para reforçar a presença forte da marca foi desenvolvida uma campanha institucional, que posiciona a empresa como parceira da vida do cliente.

Com o mote CRÉDITO PARA A VIDA QUE VOCÊ MERECE, as peças expõem os bons momentos que podem ser vividos com o auxílio da Hotcred. Uma linguagem leve, moderna e atrativa foi utilizada para mostrar o espírito jovem e inovador da empresa.

Confira algumas peças e em breve postaremos alguns resultados alcançados com a campanha.



14.9.10

Atualização










Olá, pessoal. Algumas artes que fizemos esses últimos tempos. Esperamos que gostem.

25.8.10

Promoção Delicious LNE


Bons resultados dependem de boas referências, isso todo mundo já sabe. Por isso queremos compartilhar conteúdos interessantes.

Participe da Promoção Delicious LNE e concorra a camisetas da agência. Basta enviar bons links de referência sobre Marketing, Propaganda, Criatividade, Comunicação e Redes Sociais para o nosso twitter. A mensagem deve conter #lnelinks e o link http://migre.me/17l7A.

O primeiro sorteio será realizado dia 15/09/2010.

Aproveite para visitar o Delicious da agência sempre que precisar de inspiração - www.delicious.com/latinanovoengenho.



10.8.10

Como seriam as propagandas das redes sociais atuais se essas existissem nos anos 50?

A agência Paulista, Moma, criou anúncios para o Youtube, Twitter, Facebook e Skype em tom retrô. Essas peças foram criadas para o evento de Comunicação e Mídia, MaxiMídia que acontece em outubro.








Porque no mundo de hoje, tudo envelhece rápido.

22.7.10

del.icio.us

Delicious é um serviço online que permite adicionar e pesquisar bookmarks.
Tendo um Delicious podemos ter nossas referencias salvas na internet o que permite acessá-las de qualquer computador, em qualquer lugar. Tudo isso devidamente organizado por tags.

Acesse o delicious da L,NE onde dividimos com o mercado boas referencias sobre design, publicidade,comunicação e marketing.


Se você achou interessante e ficou com vontade fazer um delicious saiba que o cadastro é grátis, basta clicar no botão “register” e preencher os campos necessários. e prefirir um passo-a-passo sobre como se cadastrar e utilizar o del.icio.us, veja este aqui tem um tutorial que explica como fazer um.

Quando fizer o seu não esqueça de nos adicionar a sua network.

20.7.10

Dicas para ter idéias inovadoras

Um grande problema é que normalmente as pessoas acham que é só ter uma idéia e magicamente uma empresa é construída. Antes da idéia surgir, é importante estar preparado; depois da idéia, ainda existe MUITO trabalho pela frente.




Entendo que muitos de vocês já sabiam disso, mas agora vem o maior problema, Como gerar idéias para um negócio? Para esta dúvida temos algumas dicas.




•Que tipo de atividade você faria mesmo que de graça? É muito mais fácil ter idéias geniais relacionadas a áreas que você tem paixão. Pensar só em dinheiro não te tornará a pessoa mais criativa do mundo.


•Ouça o maior número possível de pessoas: Uma idéia inicial é sempre imatura, ela precisa ser validada e evoluída. Conversar com pessoas reais é a melhor forma de evoluir essa idéia.


•Pense grande, comece pequeno e evolua rápido: É importante sair logo do lugar, comece a trabalhar ao invés de ficar anos só no planejamento.





Conclusão
Não fique esperando magicamente o dia em que terá uma idéia genial, pois muito provavelmente este dia não ira chegar quando você precisa. Mas lembre-se depois que ela surgir, saiba que isso é só o começo





post original do Gerente bem informado

19.7.10

julho

Olá pessoal, esse post é para mostrar alguns trabalhos realizado pela agência nesse mês de julho.


Restart





Trata-se de um anúncio para a Restart na Agenda do Síndico. O cliente pediu algo que mostrasse como os serviços dele são uteis para condomínios, como são diferenciados e trazem real segurança.



Felipe Orro

Felipe Orro é canditado e concorrerá pelo PDT com o número – 12345. Toda a parte visual da campanha esta sendo feita por nós.

22.4.10

Webby Awards, o que o "Oscar da Internet" destacou nos últimos dez anos

Estava vendo o resultado do Webby Awards, uma espécie de “Oscar da internet” que desde 1996 tem dado reconhecimento a diversas iniciativas planejadas e produzidas para a internet, desde sites, anúncios interativos, vídeos até filmes online. Achei então, que este “post” seria informativo e poderia, a partir desta premiação, apresentar uma retrospectiva dessa frenética mudança de conceitos e na forma que temos em nos comunicar na pós-modernidade, através dessas ferramentas que foram criadas e absorvidas pelos fans da web.

Hoje mais de 2 bilhões de habitantes estão conectados em nosso planeta. Isso é um problema e uma solução ao mesmo tempo, isso possibilita um constante fluxo de informação, que dia a dia gera uma maior necessidade de filtros para encontrarmos relevância e consistência. Mas estamos todos, em diferentes graus aprendendo a produzir vários tipos de conteúdos e é difícil prever como tudo isso irá alterar toda a sociedade humana.

Podemos chamar nosso tempo de Renascimento Digital, sem romantismo, apenas com atenção. Como observadora dos últimos 14 anos desse processo cultural, resolvi escrever pontuando movimentos e pensamentos da academia para que este espaço dê subsídios para a reflexão. Para David-Michel, diretor-executivo do Webby Awards, “a capacidade da internet de deixar para trás sistemas antigos e colocar mais poderes nas mãos das pessoas comuns”, transformou a rede mundial numa espécie de catalizador da mudança não só do nosso cotidiano, alterando e ampliando a forma de nos relacionarmos com os outros com a cultura, com a política, com o comércio e com a própria mídia. Os protestos no Irã, a campanha presidencial americana em 2008, a abertura de capital do Google e o surgimento de sites inovadores como Twitter, Facebook e Wikipedia, estão entre os “dez momentos mais influentes” da internet na última década.
Vamos ver então a lista dos Top 10
2000 – o site Craigslist se consolida além da cidade de San Francisco Um conceito simples: classificados gratuitos, que abalou os editores de jornais de toda a parte. Hoje o Craigslist está em de 500 cidades em 50 países, servindo como um modelo de negócios no mundo online.
2000 – Em outubro Google lança Google AdWords que transformou a lógica da publicidade. O programa de auto-serviço de anúncios abriu o mercado para qualquer negócio, tanto para o micro como para o mega empresário.
2001 – Lançamento da Wikipédia No primeiro ano foram 20.000 artigos em 18 idiomas, hoje estamos falando de mais de 14 milhões de artigos em 271 línguas diferentes. É o projeto que valoriza a internet como propulsora de pequenos e grandes projetos colaborativos com pessoas de todas as partes do planeta.
2001 – Fechamento do Napster Com o seu fim contraditoriamente ele abriu as comportas do compartilhamento de arquivos. Sua morte deflagrou uma onda de inovações que mudaram para sempre o modo como obtemos e música e vídeo – do Hulu ao iTunes para a famosa Radiohead é a onde de distribuição gratuita de conteúdo, mesmo que alguns só compartilhem parte do seu conteúdo.
2004 – IPO do Google, essa empresa a partir do Gmail, YouTube, Google Earth, Google Maps e Android se consagrou como o gigante da Internet, mantendo um ritmo acelerado em pesquisa e inovação constante, o Google é o motor que alimenta incontáveis aspectos de nosso dia a dia desde então.
2006 – Banda Larga mais rápida possibilita que qualquer um possa “broadcast yourself” e o YouTube vira uma febre, onde a audiência produz o conteúdo. No segundo semestre Facebook e Twitter se transformam nas estrelas das mídias sociais.
2007 – O lançamento do iPhone cria um novo conceito para os smartphones, até 2020, a estimativa é de que um bilhão de novos usuários chegarão à Internet pela primeira vez através de dispositivos móveis.
2008 – A Campanha presidencial americana, a eleição de Barack Obama e a estratégia de sua campanha online, demonstrou que hoje a internet tem a mesma força que a televisão há 40 anos atrás, dando destaque para os movimentos das redes sociais que mobilizou os eleitores com recorde de arrecadação de fundos online de pequenos doadores.
2009 – A revolta de parte da população iraniana contra o resultado das eleições naquele país através do Twitter, adiciona à ferramenta o predicado de ser uma forte ambiente de protesto onde a censura é quase impossível de se instalar.

Publicado no portal mmonline.com.br

Publicidade online amplia vendas pela internet



Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%


Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%.

Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95).O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online.

Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma.

Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing.

O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende.

Publicado no portal mmonline.com.br

20.4.10

Classe C puxa crescimento da banda larga no Brasil


Estudo faz projeção sobre o uso da internet nos próximos anos

Uma pesquisa realizada pelo Profuturo/FIA (Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração), sobre o futuro da Banda Larga nos próximos dez anos no Brasil, revela o crescimento do uso da internet banda larga em todas as classes sociais, especialmente na C que 60% das conexões serão de internet rápida em 2020. A classe A que em 2008 tinha 64% de suas conexões à internet feitas por meio de banda larga, deverá chegar a 99% em 2020. Na classe B as conexões saltarão de 26%, em 2008, para 90% em 2020 e nas classes D e E irão de 1%, em 2008, para 25% em 2020.

A tecnologia que mais crescerá no tipo de conexão de internet até 2020, com 33%, será a conexão via cabo modem ou wireless, - oferecida pelas operadoras de TV por assinatura - seguida da conexão via redes WiMAX, com 31%. Outras tecnologias também figuram entre as que conquistarão uma fatia grande do mercado como o acesso via 3G/4G e a conexão por rede elétrica, indicadas, respectivamente, por 17% e 11%.

Publicado no portal mundodomarketing.com.br

16.4.10

Hoje não é qualquer sexta-feira.

Foto: Afonso Jandre, relaxando no Parque das Nações Indígenas.

Não foi um dia de trabalho "punk" como os outros. Relaxamos saboreando um delicioso churrasquinho, no Gaúcho Gastão. Trocamos ideias, rimos à vontade, e brindamos muito. A extravagância foi geral. Tudo bem que deveríamos estar comemorando com a presença vip do aniversariante, Afonso Jandre, Diretor Comercial da LNE, mas como ele está em uma viagem de trabalho, não poderíamos deixar a curtição de lado, mas também não esquecemos o presente: a conta da churrascaria que já deve estar na caixa de entrada do e-mail dele.

Valeu, Afonso! Você é parceirão, hein.

RÁÁÁ! PEGADINHA DO MALANDRO!!!

Claro que a nossa equipe tem energia de sobra para comemorar o aniversário do mês em plena sexta-feira, mas quem conhece o Afonso sabe que trabalho nunca é demais e o bonde não pode parar. Bom, o gato no espeto vai ficar para depois.

Feliz aniversário, Afonso! E bom evento, aí, em Belém.


15.4.10

PROPAGANDA DE AUTOMÓVEIS: Publicidade de carro terá 'alerta educativo'


A partir das próximas semanas, a publicidade da indústria automobilística deverá trazer uma "mensagem educativa".

O padrão será similar ao que já ocorre com a propaganda de cigarro e de bebida alcoólica, que difundiram expressões como "fumar é prejudicial à saúde" ou "beba com moderação".

Agora, será a vez de frases sobre a exigência do cinto de segurança, do capacete e do respeito à velocidade, por exemplo.

A obrigatoriedade foi sancionada em julho passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não aplicada ainda por falta de regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

O presidente do órgão, Alfredo Peres da Silva, disse à Folha de S.Paulo que a normatização será concluída neste mês (quando serão definidas as frases e tamanhos) e que a regra terá de ser obedecida imediatamente.

A medida valerá tanto para publicidade de carros quanto para de insumos - incluindo baterias, pneus e amortecedores-, veiculada em televisão, rádio, jornal, revista e outdoor.

Quem descumprir a lei estará sujeito a penas que envolvem advertência por escrito, suspensão de qualquer outra propaganda do produto por 60 dias e multas de R$ 1.064 a R$ 5.320, que podem ser quintuplicadas pela reincidência.

Nas rodovias, todos os outdoors, de qualquer tipo de produto (até os eleitorais), deverão exibir as mensagens de alerta.

Publicado no portal ccsp.com.br

14.4.10

Pesquisa: propaganda no celular é mais eficaz do que pelo computador


Pesquisa da InsightExpress concluiu que a publicidade pelo celular tem hoje um efeito quase cinco vezes maior, em termos de fixação de lembrança de marca, do que a propaganda feita para quem acessa a internet pelo computador, relata o site MarketingProfs.

A pesquisa espontânea (em que se pede para o entrevistado citar uma marca sem lhe apresentar uma lista), mostrou que a publicidade pelo celular aumenta em 9% o número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Já na propaganda pela internet a alta verificada foi de apenas 2%.

Na pesquisa estimulada (em que o entrevistado recebe uma lista de marcas e diz qual ou quais ele conhece), o impacto foi de 9% para anúncios pelo celular e 3% para propagandas pela internet.

“As campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto [da campanha] sobre a marca”, afirmou Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel da InsightExpress.

O estudo também afirma que as campanhas pelo telefone móvel geram aumento de 12% nas compras, enquanto pela internet a alta foi de 2%. A InsightExpress usou dados de novembro de 2007 a dezembro de 2009, abrangendo 1.000 campanhas pela internet e 100 campanhas pelo celular.

As informações são do Radar Econômico, do Estadão, citando MarketingProfs.

13.4.10

Twitter abre espaço para a publicidade



Microblog irá começar a veicular "tweets" comerciais, comprados por marcas e anunciantes

Pela primeira vez, o Twitter abrirá espaço para a propaganda. O microblog anunciou em seu site oficial que, a partir de agora, oferecerá aos anunciantes "tweets" promocionais, nos quais possam ser divulgados marcas e produtos.

Tais postagens aparecerão somente no campo de busca, quando os usuários digitarem o termo e este coincidir com o nome do produto ou da marca postada pelo anunciante. A iniciativa começa a materializar a nova visão do microblog que, há alguns meses, declarou que pretendia abrir mais espaço para a participação publicitária - algo que seus fundadores haviam rejeitado na época de sua criação.

De acordo com o co-fundador do Twitter, Biz Stone, as mensagens publicitárias não terão uma linguagem tradicional, mas sim uma abordagem que, segundo ele, se identifique com o estilo dos usuários do microblog e se enquadre aos temas ali tratados. Algumas empresas, como a Sony Pictures e Starbucks já assinaram contratos para exibir suas marcas na rede social.

A nova medida traz consigo a missão de fazer com que alta popularidade do Twitter também possa gerar lucro. De acordo com a companhia, como estratégia, foi preferível utilizar, no início, uma abordagem mais lenta e prudente, a fim de não prejudicar os usuários com a inserção de muitas mensagens publicitárias.

Apesar da abertura para a publicidade, o confundador do Twitter ainda mantém uma postura cautelosa. Segundo ele, caso os usuários rejeitem ou não interajam com os "tweets" publicitários de uma forma satisfatória, esse modelo de anúncios será revisto e, poderá, até mesmo, ser eliminado.

Fonte: M&M ONLINE.

Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo


Estudo da Zenith constata que a mídia online abocanhou um pedaço maior da verba mundial do que as revistas em 2009, e já inicia aproximação aos jornais

Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.

Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.

Toada positiva

De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.

A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.

Fonte: M&M ONLINE.

Como a Internet mudou a PROP@G@ND@

12.4.10

Os 10 mandamentos da negociação

Confira as dicas de Nancy Assad, da NA3, de como trilhar um caminho de sucesso no processo de negociação

Muitas vezes nos deparamos neste frenético mundo contemporâneo com uma certa inflexibilidade e rigidez das pessoas as quais nos relacionamos no nosso dia a dia, sejam clientes, parceiros, fornecedores e até mesmo familiares. São decisões e negociações que dependem da interação do nosso interlocutor, nem sempre com a boa vontade de colaborar, de jogar o jogo da negociação como um jogador elegante e bem treinado.

As velhas regras da negociação e do mercado podem parecer tão gélidas a ponto de endurecer nossas posições, que uma vez imersos no universo corporativo, venderemos nossas almas ao diabo. Mas as coisas podem ser diferentes. É possível, sim – e para a surpresa de muitos –, mantermos nossos corações e a nossa postura mais humanos, mais abertos, mais justos e mesmo assim contemporâneos. O mundo moderno tem seus mandamentos capitais, claro. Porém, para trilhar um caminho de sucesso, é tão importante ouvir a intuição quanto seguir a razão, a experiência e o bom senso. Sobretudo no campo da negociação, devemos ter em mente dez diretrizes capitais:

1. Ame a sua corporação
Amor é uma palavra traiçoeira. Dá-nos a impressão de que só se pode amar uma coisa por vez. Mas a vida não é compartimentada, segregada, dividida em pastas, dossiês e arquivos. Atualmente, a vida cotidiana se desdobra em família, amigos, hobbies, passatempos e, claro, o trabalho. Para lidar com tantos compromissos, é preciso saber negociar. O fiel da balança é o tempo. Lembre-se que o seu trabalho é o pilar que sustenta a sua qualidade de vida e o bem-estar de sua família. Portanto, para viver bem, é fundamental zelar por sua corporação.

2. Não use o nome de sua empresa em vão
Uma negociação não é um tribunal. Por isso, não vale “apelação”. Um dos fundamentos de uma boa negociação é o respeito mútuo entre as partes, sem espaço para apelar para o lamentável coringa: “Você sabe com quem está falando?”. Por esta razão, não queime o cartão de visita da sua empresa com arrogância, presunção ou prepotência. Cultive uma relação de “igual para igual” com os profissionais com quem você está negociando.

3. Respeite o tempo
O decálogo original nos diz para guardarmos “domingos e festas”. E não podia ser mais certeiro. No mundo dos negócios, catalisado pelas novas tecnologias, temos a tendência de atropelar o tempo. E, muitas vezes, de passar por cima do tempo dos outros. Por mais que uma negociação seja urgente, é importante respeitar o tempo. Discutir propostas sob uma pressão exacerbada só atrapalha o entendimento.

4. Honre a sua palavra
Uma negociação é um contrato de damas e cavalheiros. Ao lançar uma proposta, para selar uma negociação, seja prudente e honre a sua palavra. É a sua credibilidade que está em jogo, assim como o nome de sua empresa. Uma negociação não é um vale-tudo, que permite mentiras e propostas indecentes.

5. Não matarás
Não seja o tipo de negociador capaz de “tudo” para sair vitorioso de uma discussão. Respeito é bom, sempre – mesmo quando as partes encontram dificuldades para chegar a um acordo. Tudo tem limite. E este limite é a ética.

6. Não pecarás
É verdade que errar é humano. No entanto, premeditar um erro é dar um passo em falso. Para uma negociação, a sinceridade é um item essencial. O erro, desde que sincero, é perdoável. A mentira, friamente calculada, é um pecado capital.

7. Não furtarás
As regras do jogo são claras: não vale roubar. Esta não é só uma questão ética e moral, mas uma questão de direito. Por isso, jogue limpo. Uma negociação não deve ser um jogo de ganhadores e perdedores. Ao contrário, pois se bem conduzida, a negociação pode se tornar um belíssimo jogo de ganhadores e ganhadoras.

8. Não levantarás falso testemunho
A verdade é o valor mais importante – e não só na negociação, mas na vida em sua plenitude. Por isso, a mentira está fora de cogitação. O falso testemunho rompe, muitas vezes irremediavelmente, a relação de confiança entre os negociantes.

9. Não desejarás a empresa ao lado
A fidelidade é essencial. É possível manter um relacionamento com várias parcerias profissionais ao mesmo tempo, mas não faça jogo duplo. Se estiver em uma negociação com uma empresa, não aposte simultaneamente na empresa vizinha, “a mulher do próximo”.

10. Não cobiçarás as coisas alheias
Ao discutir propostas com um profissional, você está procurando trazer melhorias e aperfeiçoamentos para a sua empresa – o que pode acarretar progressos para outras pessoas. Por isso, não seja ambicioso a ponto de tentar se aproveitar dos outros. Não inveje as conquistas alheias, mas busque aprender com elas.

Por fim, devo dizer que uma negociação deve ser uma relação de “ganha-ganha”. Esta é uma das mais importantes lições no mundo corporativo. Apesar de terem interesses diversos, você e seu parceiro profissional devem buscar o equilíbrio que garanta benefícios para ambas as partes. E assim como nos dizem as palavras já cristalizadas na história: ame ao próximo como a si mesmo.

Nancy Assad (Especialista em Comunicação e Marketing. É fundadora e consultora da NA3 Comunicação Estratégica)

Fonte: HSM Online

EBAP confirma: Brasil adora publicidade

Engana-se quem pensa que o brasileiro não gosta de publicidade. Pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) ao Ibope comprova que a atividade é mania nacional: 87% dos entrevistados revelam gostar de propaganda e 67% consideram que ela tem relevância em seus cotidianos.

A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” foi divulgada no 7º EBAP - Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade - mostra que 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços frequentemente. Na percepção dos brasileiros, a propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%). Somente 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa.

Para os brasileiros, ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). Quando questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% dos brasileiros apontam um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.

O consumidor também não se sente indefeso perante à propaganda já que apenas 16% acreditam que ela estimula a compra do que não é necessário. A maior queixa em relação a publicidade ficou para as ações políticas, eleitorais e partidárias, 76% reprovam, sendo que 57% dos entrevistados não gostam nada e 19% não gostam muito deste tipo de publicidade.

Os entrevistados que tem filhos até 12 anos avaliam que a publicidade é positiva (55%), assim como 46% dos indivíduos sem filhos até esta idade. A propaganda melhorou nos últimos cinco anos, para 71% dos entrevistados, tornando-se mais inovadora, chamativa e passando a respeitar mais o consumidor.

A Lei Cidade Limpa também foi abordada pela pesquisa, para 76% dos entrevistados a medida é considerada um pouco ou muito boa. Ao mesmo tempo, 64% concordam que a propaganda do cigarro seja proibida e o mesmo deveria ser feito para a propaganda de bebidas destiladas, cervejas e vinhos.

A pesquisa ainda ressalta que as pessoas tem pouco conhecimento dos institutos reguladores do mercado: apenas 3% dos entrevistados citaram o Conar e apenas 7% o Procon.

Foram realizadas duas mil entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.

Fonte: Adnews

9.4.10

5 formas de fisgar o cliente pelo celular

SMS, torpedo de voz, Bluetooth, sites especiais e aplicativos: tudo para os consumidores caírem na sua rede

São 170 milhões de celulares habilitados no Brasil. Quem souber fazer um marketing direcionado pelo celular tem muito a ganhar. De acordo com Federico Pisani Massamormile, presidente da Mobile Marketing Association (MMA) e da agência especializada Hanzo, esse tipo de campanha entrou de vez nos orçamentos das empresas. “O celular se transformou em uma mídia de massa. Mas com o diferencial de ser possível falar com cada consumidor individualmente”, diz. Segundo cálculos do presidente da MMA, foram investidos em mobile marketing no Brasil cerca de R$ 80 milhões no ano passado e esse volume deve alcançar R$ 200 milhões em 2010. A principal recomendação para quem quiser investir em ações do gênero é simples, porém, nem todas as empresas costumam seguir: o consumidor está sempre no controle e deve autorizar o recebimento de qualquer mensagem. Também é preciso definir bem o público-alvo e o objetivo da campanha. A seguir, Pequenas Empresas & Grandes Negócios mostra como conquistar o consumidor pelo telefone.



SMS
Custo: De R$ 1 a R$ 1,50 por mensagem

Alexandre Affonso
É a forma mais antiga, comum e fácil de conquistar clientes pelos celulares. Segundo dados da MMA, 82,5 milhões de usuários de celular comunicam-se por mensagens de texto (dados de 2008). Para realizar ações de divulgação institucional e promoções por SMS, é necessário ter parceria com as operadoras. Geralmente, contrata-se uma agência para fazer essa ponte. É possível enviar mensagens para clientes cadastrados ou contratar os chamados SMS Broadcast, listas das próprias operadoras. “A regra é não invadir a privacidade do consumidor. O cliente precisa estar cadastrado”, diz Fabio Cardoso, sócio da agência especializada Ei Mobile.

Dante Cordeiro, proprietário da Polatti & Cordeiro Imóveis, de Curitiba, achou uma forma original — e eficiente — de usar o SMS para conquistar clientes. Desde o ano passado, ele escreve um número de SMS nas placas de “Aluga-se” e “Vende-se” dos imóveis. Os interessados enviam uma mensagem para o número e recebem um torpedo com os detalhes do empreendimento, como tamanho, valor, quantidade de quartos e vagas na garagem. “Aumentou o número de negócios concretizados e os corretores ficaram mais disponíveis, pois diminuíram as ligações pedindo informações”, diz Cordeiro. Em 2009, o número de contratos fechados cresceu 20% em relação a 2008, ultrapassando 60 no total. Dos 230 imóveis do portfólio da imobiliária, 30 têm informações disponíveis por SMS. “Queremos alcançar 100% neste ano. O cliente que recebe as informações pelo celular já vem pronto para fechar negócio”, afirma.



Torpedo de voz
Custo: De R$ 0,60 a R$ 0,90 por envio

Alexandre  Affonso
O consumidor recebe uma ligação normal, mas, do outro lado da linha, não há ninguém, apenas uma mensagem gravada. O torpedo de voz, como é conhecida essa chamada, representa ótima oportunidade de relacionamento com os clientes — quando usado corretamente. A Sixpix, especializada em criação de conteúdo, adotou a estratégia para se relacionar com o público dos projetos que organiza. No último evento de tecnologia YouPix, preparado pela companhia, todas as confirmações de presença foram feitas por um torpedo de voz gravado pela apresentadora Rosana Hermann, que tem mais de 48 mil seguidores no Twitter. “A mensagem era bem-humorada e a Rosana é conhecida entre o público-alvo. Sentimos na hora o efeito da ação”, diz Bob Wollheim, presidente da Sixpix. Segundo ele, 80% dos que receberam a mensagem repercutiram o evento de alguma maneira: no Twitter, em blogs, por e-mail ou pessoalmente, no dia do YouPix. “Tem um poder de viralização incrível”, diz Wollheim, que utiliza o recurso para todos os eventos que organiza. A Sixpix só envia mensagens de voz para quem a autoriza, o que é fundamental para conseguir uma boa repercussão. “As pessoas ficam bravas quando recebem esse tipo de mensagem sem permissão”, afirma o empresário. “Também é importante ser relevante. Lembre-se de que a sua empresa vai invadir o celular de uma pessoa.”



Bluetooth
Custo: da máquina, R$ 2 mil por mês (com alcance de 10 metros quadrados); do conteúdo, entre R$ 2 mil e R$ 10 mil

Alexandre Affonso
Atingir o consumidor diretamente e próximo ao ponto de venda: essa é a principal vantagem das ações de bluetooth marketing. A tecnologia permite posicionar dispositivos inteligentes em uma determinada área e enviar conteúdo para os celulares das pessoas que passam pelo local. O alcance das mensagens é limitado, mas as empresas podem colocar o dispositivo em um lugar predeterminado ou nas mãos de promotores em áreas de bastante movimento.

Foi o que fez a construtora Plano & Plano. Para divulgar um empreendimento voltado para a classe C em Guarulhos, na Grande São Paulo, duas promotoras circularam pelo centro da cidade e enviaram uma mensagem animada para os celulares em volta. “Informamos detalhes sobre o imóvel”, diz Adriane Cardoso, gerente que coordenou a campanha. Em cinco dias, as promotoras mandaram mensagens para 95 clientes em potencial. “É uma ação que tem um custo-benefício melhor em relação à mídia de rua tradicional. Para quem trabalha com a classe C, com margens apertadas, é muito mais interessante”, diz Adriane.

Como o usuário precisa ativar o bluetooth do próprio celular para receber o conteúdo, não existe perigo de a ação ser considerada invasiva. Muita gente não sabe lidar com o próprio telefone, por isso é importante contar com pessoas que ensinem os clientes a ativar a tecnologia na hora.



Sites
Custo: R$ 15 mil, em média

Alexandre  Affonso
Do total de celulares existentes no mercado, 6% acessam a internet — ou cerca de 10 milhões de usuários —, de acordo com dados da Mobile Marketing Association. Esse público, que compra pacotes de dados e modernos aparelhos, navega pela rede em qualquer horário ou lugar do mundo. No entanto, os navegadores dos celulares não têm a mesma capacidade de um browser de computador. Por isso, é preciso adaptar o site das empresas para a plataforma.

“Antes de definir as informações que serão levadas para o mobile site, é preciso ter em mente as necessidades dos usuários de celular”, diz Rodolpho Ramirez, sócio da Pixel, agência especializada no assunto. Como o site precisa ser mais leve para rodar facilmente, algumas informações devem ficar de fora. “É preciso avaliar quais conteúdos e serviços são mais atrativos”, diz Daniel Mendes, sócio da agência especializada Fluida.

A empresa de seguro de viagens Travel Ace optou por um mobile site focado nos passageiros de viagens internacionais, que representam 99% do seu público. “O site precisa ser ágil e prestar um serviço para o consumidor. Porque ele só vai acessar se precisar muito”, diz Marcelo Enrique Fernandez, presidente da Travel Ace. No site da empresa, os consumidores encontram os dados de contato, área para registrar ocorrências e as formas de acionar a assistência ao viajante. As plataformas de vendas e de câmbio, por exemplo, ficaram de fora. “Usamos o site de celular como ferramenta de relacionamento para fidelizar o cliente”, diz Fernandez.



Aplicativos
Custo: De R$ 25 mil a R$ 100 mil

Alexandre Affonso
Os aplicativos para celular tornaram-se uma febre depois do lançamento do iPhone. O total de downloads da loja da Apple já ultrapassa 2 bilhões e fez com que outros fabricantes também apostassem no recurso. Os downloads da loja da Nokia chegam a 1 milhão por dia, segundo informações da própria empresa. Os aplicativos também vêm se consolidando como um interessante canal de marketing: muitas companhias estão criando aplicativos para estreitar o relacionamento com seus consumidores. “As empresas deixam de ser apenas vendedoras ou prestadoras de serviço e oferecem um produto de valor agregado”, diz David Reck, sócio da agência especializada Enken.

Antes de definir como será o aplicativo para seus clientes, é preciso ter em mente que não se trata de uma peça de divulgação simples. “É necessário envolver o consumidor”, afirma Fabio Cardoso, da Ei Mobile. E oferecer o serviço gratuitamente. Um dos aplicativos corporativos mais bem-sucedidos foi desenvolvido pela fabricante de cerveja Heineken. Ele permite calcular a quantidade de bebida necessária para um determinado evento e localizar bares que vendem a cerveja. “Os aplicativos são uma tendência do mobile marketing viável para qualquer empresa e indicados para quem tem um serviço para oferecer”, diz Cardoso. “Os brasileiros são bastante receptivos aos aplicativos de empresas, mas é preciso ter um conteúdo interessante”, afirma Daniel Mendes, sócio da Fluida. Quem quiser oferecer um aplicativo deverá validá-lo com as fabricantes de celulares.

Publicado no portal revistapegn.globo.com