





Felipe Orro é canditado e concorrerá pelo PDT com o número – 12345. Toda a parte visual da campanha esta sendo feita por nós.
Hoje mais de 2 bilhões de habitantes estão conectados em nosso planeta. Isso é um problema e uma solução ao mesmo tempo, isso possibilita um constante fluxo de informação, que dia a dia gera uma maior necessidade de filtros para encontrarmos relevância e consistência. Mas estamos todos, em diferentes graus aprendendo a produzir vários tipos de conteúdos e é difícil prever como tudo isso irá alterar toda a sociedade humana.
Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%.
Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95).O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online.
Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma.
Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing.
O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende.
Publicado no portal mmonline.com.br
Foto: Afonso Jandre, relaxando no Parque das Nações Indígenas.
Valeu, Afonso! Você é parceirão, hein.
RÁÁÁ! PEGADINHA DO MALANDRO!!!
Claro que a nossa equipe tem energia de sobra para comemorar o aniversário do mês em plena sexta-feira, mas quem conhece o Afonso sabe que trabalho nunca é demais e o bonde não pode parar. Bom, o gato no espeto vai ficar para depois.
Feliz aniversário, Afonso! E bom evento, aí, em Belém.
A partir das próximas semanas, a publicidade da indústria automobilística deverá trazer uma "mensagem educativa".
O padrão será similar ao que já ocorre com a propaganda de cigarro e de bebida alcoólica, que difundiram expressões como "fumar é prejudicial à saúde" ou "beba com moderação".
Agora, será a vez de frases sobre a exigência do cinto de segurança, do capacete e do respeito à velocidade, por exemplo.
Pesquisa da InsightExpress concluiu que a publicidade pelo celular tem hoje um efeito quase cinco vezes maior, em termos de fixação de lembrança de marca, do que a propaganda feita para quem acessa a internet pelo computador, relata o site MarketingProfs.
A pesquisa espontânea (em que se pede para o entrevistado citar uma marca sem lhe apresentar uma lista), mostrou que a publicidade pelo celular aumenta em 9% o número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Já na propaganda pela internet a alta verificada foi de apenas 2%.
Na pesquisa estimulada (em que o entrevistado recebe uma lista de marcas e diz qual ou quais ele conhece), o impacto foi de 9% para anúncios pelo celular e 3% para propagandas pela internet.
“As campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto [da campanha] sobre a marca”, afirmou Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel da InsightExpress.
O estudo também afirma que as campanhas pelo telefone móvel geram aumento de 12% nas compras, enquanto pela internet a alta foi de 2%. A InsightExpress usou dados de novembro de 2007 a dezembro de 2009, abrangendo 1.000 campanhas pela internet e 100 campanhas pelo celular.
As informações são do Radar Econômico, do Estadão, citando MarketingProfs.