9.4.10

Internautas compram mais de marcas presentes em redes sociais


Estudo mostra que fãs e seguidores compram e indicam produtos

Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que eles seguem no microblog.

Já no Facebook, 50% dos usuários pensam da mesma forma com relação às marcas às quais são fãs. Além disso, o estudso ainda aponta para o fato de que estes internautas indicam os produtos e serviços 80% a mais do que os consumidores em geral.

Um dos motivos que os fazem acessar a página destas marcas e tornarem-se mais próximos delas é adquirir descontos, participar de promoções ou serem informados sobre novidades da marca em primeira mão. Porém, é preciso ter cuidado para que as informações sobre os produtos não passe dos limites que o consumidor estabelece como aceitável.

Publicado no portal mundodomarketing.com.br

Boca a boca virtual também pode ser positivo para marcas



Consumidores compartilham boas experiências em sites como Elogie Aki e o Kekanto

Definitivamente, a internet virou uma espécie de trombone para os consumidores insatisfeitos que querem ser ouvidos pelas empresas. Diariamente, comunidades no Orkut, perfis no Twitter, blogs, fóruns e sites como o Reclame Aqui e o Reclamão.Com disparam pela web reclamações e críticas direcionadas às mais variadas marcas.


A boa notícia para as empresas é que os internautas agora começam a se interessar em elogiar e passar uma imagem positiva de marcas, serviços e produtos no meio virtual. Iniciativas como o Elogie Aki e o Kekanto ajudam a incentivar os consumidores a compartilharem suas boas experiências de compra.

O Elogie Aki surgiu depois que Ana Fontes e Gildo Henrique perceberam que só existiam canais virtuais para que os consumidores falassem mal das marcas. A partir daí, os sócios tiveram a ideia de criar um espaço para que as empresas fossem reconhecidas por suas qualidades e pelo seu bom desempenho.

“Acreditamos na forma positiva do consumo. A reclamação motiva as empresas a mudarem, mas o elogio e o reconhecimento ajudam a manter as boas atitudes”, acredita Ana Fontes, Diretora do Elogie Aki, em entrevista ao Mundo do Marketing. O site foi lançado em maio de 2009, depois de seis meses de projeto, e hoje conta com mil cadastrados e cerca de mil elogios.

Recomendação e integração social
O Kekanto nasceu com um propósito um pouco diferente do Reclame Aki, mas também reúne elogios e qualidades de empresas, produtos e serviços de categorias diversas. Observando que, na construção civil, a contratação de um serviço era feita normalmente pelo boca a boca, os estudantes da USP Bruno Yoshimura e Fernando Okumura decidiram facilitar o processo e criar uma espécie de boca a boca virtual em que os consumidores pudessem encontrar resenhas para facilitar e acelerar a decisão.

O que a princípio seria um site focado apenas no segmento de construção civil, hoje tem 27 categorias, mil pessoas cadastradas e mais de mil resenhas escritas. Ao contrário do Elogie Aki, o Kekanto, que está desde março no ar, é uma espécie de rede social com integrantes que podem interagir uns com os outros.

“É um boca a boca. Além de ter o componente da recomendação, tem o componente social. O site conta com as ferramentas das redes sociais. Os usuários podem convidar amigos, adicionar pessoas, trocar mensagens e comentários e criar listas de interesses”, conta Okumura, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Convencer consumidores a elogiar é desafio
O grande desafio tanto para o Elogie Aki, quanto para o Kekanto, está em atrair os consumidores para que contem suas boas experiências com as marcas, já que é muito mais fácil que o internauta esteja motivado a falar mal delas. “O interessante é que os criadores souberam aproveitar uma das principais características das redes sociais, que é a colaboração voluntária”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise de mídia gerada pelo consumidor, em entrevista ao Mundo do Marketing.

É importante que as companhias se antecipem e estejam presentes em todos os canais. “As marcas hoje têm dois grandes desafios: saber o que se fala sobre elas e gerar algum tipo de estratégia e ação a partir do que é falado. É importante saber como cada área participará dentro das redes sociais com SAC, Marketing, comunicação corporativa e desenvolvimento de novos produtos”, aponta Barbosa Lima. O Grupo West Coast, que detém as marcas West Coast e Cravo & Canela, percebeu a importância de criar e estreitar um relacionamento na internet para gerar o tão falado boca a boca. A empresa criou para este ano uma série de ações com foco em mídia social. A primeira delas já está no ar. Os novos sites das marcas, criados pela DW Comunicação, possuem um elemento de integração com as redes sociais.

Listas de Desejos promovem marcas
Nos endereços, os consumidores encontram a ferramenta Lista de Desejos. A partir dela, é possível divulgar os modelos de sua preferência em seus perfis no Twitter, Orkut e Facebook por um widget gerado pelo site. Todos os meses, aqueles que tiverem a lista mais clicada ganham o modelo preferido. A ação incentiva os consumidores a promoverem as marcas que ganham visibilidade em toda a rede de amigos. Em 20 dias, já foram criadas mais de 2.500 listas.

“O ambiente on-line está sendo valorizado e evoluindo de uma maneira que exige que estejamos presentes antes de todo mundo. O objetivo da West Coast é criar uma navegação 360º, em que as marcas estejam em qualquer meio. Queremos gerar conversação com o público para criar relacionamento e fidelizar”, explica Fábio Steffen, Coordenador do Núcleo Digital do Grupo West Coast, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O Kekanto também promove ações para incentivar e engajar os consumidores. Atualmente, o site premia a melhor resenha com um iPod. Além disso, os participantes da rede recebem escudos que mostram o quanto contribuíram para a rede social e que tipo de resenha normalmente cada usuário costuma escrever. Entre os serviços mais comentados no endereço, que já recebe 17 mil visitas diárias, estão os de entretenimento como bares, baladas e restaurantes.

Natura, Submarino e Estrela são as mais elogiadas
Já o Elogie Aki conta com divulgação na internet para motivar os consumidores a compartilharem elogios. O site conta com três blogs, duas comunidades no Orkut e cinco Twitters para promover informações positivas sobre as empresas. No site, que tem uma média de 5.200 acessos mensais e cresce 40% ao mês, os internautas também podem elogiar profissionais e, até mesmo, celebridades.

Entre as empresas mais elogiadas estão a Natura, o Submarino, a Estrela, a Saraiva e a Ultrafarma. As marcas, no entanto, não têm espaço para interagir no Elogie Aki. “Enviamos um e-mail informando que ela foi citada para que saiba o porquê e o conteúdo do elogio. Mas não queremos que haja interação para que o consumidor não seja abordado e coloque sua opinião de forma tranquila”, conta Ana.

Publicado no Portal mundodomarketing.com.br

Análise das redes sociais no Brasil

8.4.10

Marketing Olfativo: Que cheiro tem sua marca?


Alguma vez você já se perguntou que aroma têm as marcas?

Por que o aroma de um creme solar lembra as férias? Por que o cheiro da fumaça da lenha queimada lembra uma imagem de inverno em família? Até há pouco tempo, ninguém parava para pensar nessas perguntas, e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente. A maior parte das empresas baseia sua identidade corporativa na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário dos estabelecimentos) e no som (o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão). Contudo, a emoção que evoca um odor pode ser decisiva na hora da compra e é possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir. Pode inclusive servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa.


“Há uma mudança de tendência muito importante no processo de escolha do consumidor”, observa Roberto Álvarez del Blanco, professor de Marketing do Instituto de Empresa (IE). Isto se deve à neuroeconomia, “que é a combinação da neurociência, da economia e da psicologia no estudo do processo de escolha dos indivíduos. Esta ciência analisa o papel do cérebro quando a pessoa avalia uma decisão a tomar, quando examina os riscos e as recompensas e a forma como as pessoas interagem umas com as outras”, explica. De acordo com o professor do IE, esse conhecimento permite, por exemplo, “que compreendamos com exatidão a resposta humana diante das cores, da luz e dos aromas”. Contudo, Gerard Costa, professor de Marketing da escola de negócios Esade, diz que não estamos diante de uma mudança de tendência. “A experiência relativa à percepção dos odores corporativos, porém, requer uma técnica ainda muito incipiente”, observa.

Marketing olfativo

A técnica do “marketing olfativo” é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional. Chegar às profundezas do cérebro do espectador está na moda. Trata-se de uma técnica cujos efeitos perduram por vários anos seguidos. “Ela surge do convencimento de que os objetos têm aroma. Partindo dessa premissa, descobre-se que as pessoas, as casas, as comunidades, as cidades, e até mesmo os países, têm seu próprio aroma”, observa Álvarez del Blanco.

Costa diz que o termo marketing olfativo entrou na moda há cerca de 15 anos, quando se começou a trabalhar com o neuromarketing. “A tendência chegou primeiramente pela publicidade subliminar e, desde então, estudam-se os estímulos que afetam positivamente o cérebro”. Além disso, somam-se ao estudo as recentes pesquisas acadêmicas de caráter científico, estabelecendo-se uma distinção entre “a associação de cheiros às lojas e o projeto de um odor corporativo”.

EUA e Japão são os países onde há mais empresas “olfativas”, isto é, companhias que investem em um cheiro próprio por meio de dispositivos que espalham perfumes nas lojas (ambientadores). A Muzak, provedora de trilha musical personalizada, produz agora também ambientadores para as empresas. A Singapur Airlines aposta no marketing dos cinco sentidos para atingir um público selecionado; a Disney utiliza essa ferramenta há 15 anos em seus parques temáticos. Primeiro, a produtora americana deu um toque de realismo a seu público de filmes de ação ao introduzir cheiro de pólvora e de borracha queimada nas salas. Depois, impregnou as ruas e parques com cheiro de pipoca para despertar o apetite dos seus clientes. O sucesso da técnica empregada pela Disney incentivou a cadeia de hotéis Hilton e Sheraton, os restaurantes Hard Rock, a linha de automóveis de luxo Lexus e a produtora de cinema Paramount a fazerem o mesmo.

Por que todos os carros novos têm o mesmo cheiro? Pense, por exemplo, no que acontece quando o vendedor de automóveis lhe passa as instruções sobre o novo carro que você acaba de comprar. Além de se referir à beleza dele, elogiar seu espaço interno, suas linhas modernas, o carro novo também cheira a novo, não é verdade? Não é coincidência o fato de que todos os carros novos “cheirem a novo”. Trata-se de um odor resultante de muitas horas de dedicação de um grupo de especialistas no assunto. “Há aromas específicos e outros que são universais”, explica Álvarez del Blanco. E acrescenta: “Não podemos nos esquecer de que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato. Cerca de 60% estão hoje inativos. O ser humano pode distinguir entre dez mil odores distintos. Não é nada comparável aos cães, que são capazes de identificar cem mil, e aos ratos, que conseguem diferenciar entre 200.000 odores.” Contudo, criar o aroma de uma marca não é nada fácil. Costa explica que “deveria ser um processo baseado no posicionamento que desejo dar à minha marca, além de ser algo integrado ao mix de marketing de minha empresa e coerente com ele”. O professor da Esade cita como exemplo o sucesso mundial da Singapur Airlines, que “soube construir um odor específico para sua marca em sintonia com outros aspectos do marketing da empresa tomando por base no posicionamento que queria dar à companhia: um toque oriental”. Em 2003, o marketing de aromas movimentou cerca de 30 milhões de dólares em todo o mundo, e espera-se que chegue a 220 milhões em 2010. Na Espanha, o marketing do olfato é uma técnica ainda incipiente, embora o mercado de ambientadores para o lar e para o automóvel tenha crescido 74% nos últimos quatro anos. Ambos os professores concordam que esse marketing encontra-se ainda em fase inicial, e que ainda há um longo caminho a percorrer. “Nos EUA, o marketing de odores encontra-se mais avançado do que em qualquer outro lugar. Na Espanha, ainda é cedo para uma avaliação. O setor que mais investe nesse tipo de marketing é, principalmente, o de automóveis”, lembra Álvarez del Blanco. A A de Aroma, uma empresa com um mês de funcionamento, trabalha com a identidade olfativa das empresas de alimento de preparo rápido Pans & Company, Rodilla e Dunkin’ Donuts, mas atua também em outros setores: ela tem entre seus clientes a Telefônica (telecomunicações), Cinesa (cinema), AC Hoteles y Mango (moda). A A de Aroma elabora fragrâncias personalizadas para cada empresa em função dos valores que a marca deseja reforçar, e implanta dispensadores de perfumes em seu estabelecimentos cujos cartuchos são trocados uma vez por mês. O ser humano é capaz de se lembrar de dez mil aromas diferentes

Um estudo da Universidade Rockefeller (Nova York) revelou, em 1999, que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, ante 5% do que vê, 2% do que ouvem e 1% daquilo que tocam. Além disso, a memória pode reter até 10.000 aromas distintos, ao passo que reconhece apenas 200 cores, de acordo com a pesquisa feita pelos cientistas Richard Axel e Linda Buck, vencedores do prêmio Nobel de medicina de 2004.

Comprovou-se também que uma empresa que tenha aroma próprio vende mais do que outra que não possui nenhuma fragrância específica. “Isto acarreta uma diferenciação extraordinária para a marca. Trata-se de uma singularidade que a afeta de modo cabal. As associações estereotipadas são valiosas, fidelizam o cliente e, principalmente, engendram uma qualidade que é tesouro de toda marca”, revela Álvarez del Blanco. Costa acrescenta alguns matizes: “Normalmente, os odores fortes vendem mais. Por exemplo, deixar aberto o forno com pães recém-assados em uma padaria é uma maneira de atrair o cliente que passa pela rua e que se deixa levar pelo aroma agradável que desprende do pão fresco.” Assim, o odor de um creme solar lembra as férias; a torta de maçã quente evoca uma reunião de família e uma fragrância de brisa marinha é sinônimo de liberdade. Contudo, 83% dos investimentos publicitários se concentram em mensagens que procuram seduzir os olhos e os ouvidos, deixando de conquistar os demais sentidos. Álvarez del Blanco lembra que “o aroma percebido pelo olfato dever ser coerente com a atividade da marca para que o efeito seja agradável”. Portanto, quando se atinge esse objetivo, o cliente tem uma sensação “agradável, de ordem e de profissionalismo”. Contudo, é preciso levar em conta que “somente os odores relacionados com a natureza são odores globais”, lembra Costa. Não se deve esquecer também que, culturalmente, os odores são percebidos de maneira distinta de acordo com o lugar de origem do indivíduo. Contudo, os especialistas estão de acordo em relação ao fato de que os clientes compram experiências, e não produtos. “O odor se associa ao momento em que sinto o desejo de adquirir um produto ou serviço, e não à marca em si. Minha experiência com um determinado produto em casa vai muito além disso”, diz Costa. Buscar a diferença O sucesso consiste em conseguir criar um aroma que lembre a marca. Os especialistas estão de acordo com o fato de que criar um “odótipo” eficaz requer vários meses de trabalho. “É preciso saber onde a marca se acha exposta, analisar o contexto em que ela é consumida e em que cenário os clientes se relacionam com ela”. “No caso da empresa, é preciso definir com o que exatamente desejo me identificar, e é muito importante pensar nos suportes para o odor: como vou difundi-lo, onde quero marcar presença com ele e onde não quero”, aconselha Costa. Ambos os professores também acham que é “muito complicado” obter um aroma universal e que agrade a todos. Costa lembra que os odores são percebidos de maneira diferente “pelos homens e pelas mulheres, pelo país de origem, pela idade e de acordo com a experiência de cada um”. Por isso, é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Para Costa, a melhor marca da história do mundo seria aquela que todos associassem a um odor onde quer que fosse. Por fim, lança uma pergunta: “Quem não faz a ligação do odor do incenso com a igreja católica?”
Publicado no site: wharton.universia.net

Fidelize seus clientes

Cinco dicas para conquistar a clientela

Ilustração:  Cipis

Ouça
Esteja aberto para escutar o que os seus clientes têm a dizer. Isso ajuda a descobrir quais são suas verdadeiras necessidades e vontades. O contato direto com o consumidor é fundamental. Crie na diretoria da empresa a obrigação de, diariamente, falar com pelo menos um cliente.

Invista
Tenha a inovação como um dos principais valores a serem seguidos pela empresa e invista sempre, mesmo em momentos difíceis, em desenvolvimento de novos produtos, processos e tecnologia.


Foque no cliente

Todos os funcionários têm de ter em mente que o consumidor é o alvo final do trabalho e, portanto, deve receber um tratamento único. A equipe precisa parar para pensar se ele vai querer mesmo pagar pelo que a empresa tem a oferecer.

Adicione valor
Ter como meta tornar a vida do cliente mais fácil, o que vai além do simples objetivo de apenas resolver seus problemas, é a melhor estratégia para manter o consumidor como o foco central da companhia. É uma visão que requer proatividade.

Surpreenda
Ofereça serviços que vão além das expectativas dos clientes e, inclusive, dos concorrentes. É fundamental que ele esteja no centro do processo de tomada de decisõe.

Fonte: Portal PEGN

7.4.10

Palestra com Consultora da Havaianas

Aposte no marketing de baixo custo




Enquanto a concorrência se esconde, aproveite para dar as caras

Em momentos de aperto econômico, como o atual, o marketing das empresas costuma ser jogado para segundo plano. Eis um grande equívoco, dizem os especialistas. 'Justamente em períodos de contenção de despesas, quando a maioria dos empresários se esconde, é que se deve divulgar o negócio', afirma José Eduardo Balian, professor de finanças da ESPM. 'Está aí a grande chance de se diferenciar da concorrência.'

Nem pense em gastar todas as suas reservas nos tradicionais anúncios publicitários. Aposte no marketing de baixo custo. Execute táticas que envolvam mais a criatividade do que o dinheiro. 'Com menos de R$ 10.000, valor que uma pequena empresa chega a gastar por mês para aparecer em jornais e revistas regionais, pode-se criar uma infinidade de ações', diz Roberto Calderón, da agência de marketing ABCZ, focada em pequenas e médias empresas. A seguir, você encontrará 40 estratégias de baixo custo elaboradas com a ajuda de especialistas em marketing. Em 15 dos casos, a ação sai de graça.

1>>>DIVULGUE SEUS PONTOS FORTES (Grátis)
Muitas empresas não percebem que já têm em mãos um material eficiente para melhorar o seu marketing. Elas possuem características que as diferenciam no mercado, mas não as ressaltam em sua comunicação. A Artmix, empresa paulista que vende e personaliza capacetes desde 1986, conseguiu dar novo gás aos negócios quando, em 2006, resolveu valorizar a segurança oferecida por seus produtos, entre outras ações. 'Somos distribuidores exclusivos no Brasil da Arai, a melhor marca mundial de capacetes', diz Bruno Theil. Deu tão certo que, em 2008, as vendas da Artmix aumentaram 10%.

2>>> SEJA ÚNICO

Eis uma alternativa para você mostrar que a sua empresa não é apenas mais uma no ramo: venda produtos com a sua própria marca. Quem não dispõe de estrutura para isso pode optar por terceirizar a fabricação. Vale, por exemplo, para quem vende cosméticos, roupas e alimentos. É fundamental contar com fornecedores de confiança e usar matéria-prima de qualidade.

3>>>PROMOVA ATIVIDADES EXTERNAS
Desde 1998, quando montou a Blue Bike, loja paulistana de bicicletas e acessórios para ciclistas, o empresário Marcelo Jorge promove semanalmente passeios ciclísticos. Um vez por mês, a turma faz trilhas em cidades vizinhas. 'Chego a reunir 500 pessoas de cada vez. Tem sempre gente nova no grupo e a maioria vira cliente', diz.

4>>>ACREDITE NO MARKETING DE GUERRILHA
A ideia é criar ações chamativas que causem impacto no dia-a-dia das pessoas. Um exemplo foi a tática desenvolvida pela agência ABCZ para a marca de calçados Senso Shoes. Durante uma semana, cinco lindas modelos passearam pelas ruas próximas a duas lojas da marca em São Paulo. Elas carregavam sacolas enormes com o logo da Senso Shoes e calçavam os sapatos da nova coleção da grife. Custo total: R$ 10.000. 'Foi uma excelente relação custo-benefício, já que as vendas aumentaram 47% e não caíram mais', diz Roberto Calderón, da ABCZ.

5>>>USE AS REDES SOCIAIS (Grátis)
As comunidades, sites, blogs e fotologs permitem que as empresas interajam com os consumidores. Sem gastar um tostão, você pode saber quais dos seus produtos e serviços fazem mais sucesso e divulgá-los na rede. Lembre-se de que o Brasil tem a maior média de usuários da internet no mundo, com 59 milhões de pessoas conectadas. E muitas costumam espalhar pela rede a sua opinião sobre as marcas que lhes agradam ou decepcionam.

6>>>RECORRA À BLINDAGEM (Grátis)
A expressão pode parecer estranha, mas é comum no mundo do marketing. A tática consiste em aproveitar o contato com porteiros, seguranças e recepcionistas de prédios comerciais ou de condomínios onde a empresa faz entregas para se informar sobre as preferências dos consumidores que frequentam o local. 'O segredo está em saber ser simpático e comunicativo', diz Roberto Calderón.

7>>>ENVIE MENSAGENS DE TEXTO
O Brasil tem mais de 143 milhões de celulares. Por isso, o envio de SMS, os famosos torpedos, é um meio de alcançar um número grande de clientes potenciais. Além da taxa de adesão, em torno de R$ 1.500, a empresa usuária paga à integradora (empresa que desenvolve o software usado no sistema e faz a ponte com as operadoras) valores proporcionais ao tamanho das mensagens enviadas. Um texto de 150 caracteres, por exemplo, custa entre R$ 0,20 e R$ 0,30 por assinante. É possível escolher apenas um grupo de assinantes, de acordo com o perfil almejado.

8>>>FAÇA A SUA CAMPANHA POR E-MAIL
Para ser eficiente, uma campanha de e-mail marketing deve levar em conta o perfil do público-alvo e, com uso de muita criatividade, nunca abusar da paciência dos internautas para ler e-mails comerciais. 'Deve-se observar as regras de privacidade e de boas maneiras', diz Walter Sabini, presidente da Virid Integridade Digital, empresa especializada no assunto.

Fonte: Portal PEGN

10 passos para entrar no varejo virtual



Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com especialistas para saber o que é preciso observar ao começar a vender pela internet

1- Entenda esse mercado e como sua empresa pode entrar nele

A ideia de que o negócio virtual é mais barato, não precisa de um plano de marketing e de pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado é um dos principais fatores do fracasso. A afirmação é de Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br, loja virtual de cama, mesa e banho, que fez especialização em mídias digitais pela Fundação Getulio Vargas, em artigo escrito para a PEGN.

De acordo com ele, é necessário analisar a concorrência e a viabilidade de venda na web de determinada linha de produtos. Sztamfater sugere as seguintes perguntas: “Esse produto vai vender na web? Já está saturado na internet? Mesmo que a resposta da última pergunta seja não, o produto é próprio para venda na internet?”

As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos, segundo pesquisa da consultoria e-bit. O diretor geral da instituição, Pedro Guasti, aconselha a investir em nichos e diferenciação. “O pequeno empresário não tem fôlego para brigar com os grandes, que podem conseguir preços melhores devido ao grande volume de vendas”. Os únicos produtos que, segundo ele, ainda têm entraves para vender online são roupas, por causa da falta de padronização no tamanho, e material de construção, tão grande e pesado que torna o frete inviável. De resto, diz ele, é possível vender tudo.

É indispensável ter a documentação do empreendimento em dia. Ter a empresa legalmente estabelecida, com CNPJ, é essencial para não se tornar um vendedor de e-commerce informal. Além disso, diz Guasti, sem a papelada você não pode oferecer nota fiscal nem garantia, e o consumidor fatalmente não vai se sentir seguro para comprar em sua loja.

3- Escolha uma plataforma de vendas adequada

A plataforma de comércio eletrônico nada mais é do que um conjunto de mecanismos que rege as vendas. Hoje existem no mercado diversos fornecedores especializados que podem oferecer plataformas e soluções a preços acessíveis. Quanto investir nela? Depende de seu bolso e de seu plano de negócios, responde Guasti. “Você pode investir R$ 1 mil, R$ 5 mil ou R$ 1 milhão. Se o empreendedor não tiver experiência, sugiro uma mais simples e mais barata”.

Mas não abuse do preço baixo também, é o que afirma Natan Sztamfater. Escolher uma plataforma com tecnologia de baixa qualidade é outro fator de fracasso no mundo virtual. Ele sugere ter como base modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.

O site da Livraria Cultura, criado em 1995, e o da Flores Online, em 1998, foram desenvolvidos a partir do zero, principalmente porque na época não havia tantas plataformas disponíveis no mercado. O site da rede de sebos Estante Virtual também foi customizado e tem uma equipe de desenvolvedores, mas é porque suas operações de venda envolvem muitos sebos e é mais complexa. Para além disso, diz Guasti, não é necessário investir em um sistema próprio. “Se você for abrir uma loja tradicional, não precisa reinventar a roda, existem modelos prontos no mercado que custam pouco”, diz.

4- Soluções de pagamento

Um dos quesitos que a e-bit leva em conta em sua avaliação do serviço online de uma empresa é a solução de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, mais dor de cabeça para a empresa. Não é necessário ter as 17 alternativas de pagamento relacionadas no site da consultoria. “É legal escolher um banco ou dois para oferecer o pagamento por boleto”, diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

O boleto é responsável por 30% do volume de pagamentos no site da Livraria Cultura. Os outros 70% vêm de pagamentos com cartão. As outras formas de pagamento, como depósito automático e em dinheiro, diz ele, são um pouco redundantes, e a empresa não deixa de faturar por causa disso.

Para pequenos negócios, Guasti recomenda cuidado com algumas práticas de fraude, como o cliente que confirma o pagamento mas não o efetua, o chamado chargeback. Além disso, muitas vezes o empresário não tem a expertise exigida para lidar com grandes empresas de cartão, como a Visanet ou a Redecard. Por isso, ele sugere parceria com meios de pagamento voltados para a internet, como o Pagamento Digital, que também cobra uma taxa, mas protege tanto o consumidor, permitindo que ele suspenda o pagamento de um produto não entregue, quanto o empresário dessas fraudes de pagamento.

5- Faça pesquisas de satisfação e avaliação da marca

É importante saber a opinião do internauta e do consumidor sobre a sua loja e, mais importante, sobre o seu site. Crie um canal de comunicação com o cliente que permita a ele avaliar o serviço prestado e o site. Para melhorar a qualidade do serviço, ele é o melhor parceiro da empresa.

“Por exemplo, se um site é simples e bem explicado, será que precisaríamos de atendimento por telefone?”, pergunta Sérgio Herz, da Livraria Cultura. Mesmo assim a empresa mantém esse canal de comunicação, aproveitando a infraestrutura e os funcionários das lojas físicas. Se eles recebem poucas ligações com dúvidas de internautas é porque o site está funcionando bem.

Guasti recomenda também buscar um selo de qualidade de serviço, oferecido por empresas de consultoria. Ele afirma que os selos dão credibilidade para o site e passam confiança aos clientes.

6- Tenha um bom parceiro de logística

“O processo de um livro sair daqui e chegar na casa do cliente envolve 15 empresas diferentes. Se o produto atrasar um dia, quem o cliente vai culpar? A loja virtual, é claro” afirma Herz, da Livraria Cultura. Ele afirma que a logística do produto é um dos maiores desafios do varejo online. De acordo com ele, não adianta ficar tentando fazer o esquema perfeito se não houver preocupação com o atendimento ao cliente. “Como nós assumimos que errar é muito possível, investimos na estrutura de atendimento para o cliente ter uma resposta rápida”, afirma.

Eduardo Casarini, diretor da Flores Online, conta que a logística para entregar no Brasil inteiro foi complicada. Nos primeiros seis meses, eles só entregavam em São Paulo. Tiveram de fazer vários testes para ver se o produto chegaria no prazo e com qualidade, para desenvolver a melhor embalagem e para descobrir quais flores poderiam ser entregues em destinos muito afastados. A Flores Online trabalha com uma empresa particular de logística. Muitos pequenos empresários preferem os Correios ou Sedex, afirma Pedro Guasti, mas é necessário avaliar todas as opções. O mais importante, diz ele, é contatar o consumidor em caso de problema. “Entre em contato com ele antes que ele entre em contato contigo”.

7- Informe o cliente de tudo

“Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais”, afirma Natam Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br. Um dos problemas de vender online é exatamente o cliente não estar em contato direto com o vendedor. Além disso, o consumidor não está levando o produto para casa – ele deposita confiança na empresa, e espera que ela vá entregar e atendê-lo bem. Se ele não consegue entrar em contato com a loja rapidamente, vai se sentir inseguro, e o equilíbrio desta relação vai se romper: a loja perde o cliente.

A Flores Online tem, para o estado de São Paulo, um sistema de confirmação de entrega por mensagem de celular. “O cliente tem muita ansiedade para saber se o produto chegou ou não”, diz Eduardo Casarini, diretor da empresa, que tem atendimento por e-mail, chat online e telefone. Quanto maior o número de canais que você tiver com o consumidor, mais caro vai ficar, explica Pedro Guasti, da e-bit. “É bom ter, se possível, um serviço de e-mail que seja respondido em até 12 horas; se tiver um pouco mais de grana, pode bancar um chat online”, diz ele. Atendimento por telefone é mais caro ainda, mas é a forma de comunicação mais direta que os consumidores podem ter com a empresa, e pode valer a pena.

8- Avise sobre a política de privacidade e devolução

Política de privacidade dos dados do cliente e políticas de devolução de produto também são avaliadas na classificação da e-bit. É importante para a empresa informar sempre o cliente de como seus dados serão protegidos, porque isso passa credibilidade e confiança. Informar o cliente da política de devolução de produtos também é necessário para não haver desentendimentos posteriores. Alguns produtos podem ser danificados no transporte, e a empresa precisa estar pronta quando algo assim acontecer.

9- Cuidado com o manuseio dos produtos

Falando em danos no transporte, é importante condicionar os produtos em embalagens adequadas. Livros e móveis têm necessidade de cuidados, mas não tanto quanto bolos de aniversário, flores e peixes de aquário. A Flores Online passou seis meses desenvolvendo embalagens para suas flores, além de pesquisar quais espécies poderiam viajar embaladas por mais de um dia.

10- Tenha um certificado de segurança

Como o próprio nome já diz, são selos que atestam a segurança do site. As empresas que conferem estes selos avaliam os riscos a que os sites estão expostos. O feedback delas permite criar um site seguro e, mais importante, provam para o internauta que determinada loja é confiável.

Assim como as formas de pagamento, ter muitos selos pode impressionar o internauta à primeira vista, mas é caro, trabalhoso e redundante. “Há muitos certificados de segurança que atestam a qualidade dos mesmos serviços”, afirma Pedro Guasti, da e-bit. Há também os cadeados digitais, ícones que aparecem no navegador do consumidor, que atestam que não há ninguém olhando aquela transação. O melhor, e mais barato, é ter poucos e bons selos de segurança.

Fonte: Portal Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

1.4.10

CAMPANHA: COPA PREMIADA HOTCRED


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Acabamos de lançar a campanha promocional da HotCred com tema da copa do mundo 2010. A ação foi criada para os públicos aposentados e pensionistas do INSS, traz uma linguagem simples e direta. São 3 meses de campanha destinada exclusivamente aos clientes do Estado de MS. O mix de peças é composto por totem, cartaz,folheto, vt 30" e placa para banca de revista.

ESPECIAL PÁSCOA . Mercado PET : chocolate pode causar intoxicação alimentar nos pets



Doce contém teobromina, açúcar e cafeína, que são prejudiciais ao bicho

Na Páscoa, a mania de dar comida ao pet fica ainda mais aguçada (e mais perigosa). Segundo o veterinário Mário Marcondes, de São Paulo, o número de internações por intoxicação alimentar aumenta em 30% nesta época do ano. A causa disso, claro, é o chocolate.

A delícia contém teobromina, uma substância derivada do cacau que pode ser letal aos bichos. Outras substâncias, como a cafeína e o açúcar, também contidas no chocolate, são prejudiciais à saúde do pet e podem intoxicá-lo.

- Os sintomas da intoxicação incluem hiperatividade, respiração pesada, ritmo acelerado dos batimentos cardíacos, tremores musculares, distúrbios no controle da bexiga e até convulsão.

Só um pouquinho pode?

A quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo do chocolate. Por exemplo, cerca de 30 gramas de chocolate ao leite (uma barra comum) pode conter de 44 a 58 miligramas de teobromina. Já a mesma quantidade de chocolate amargo contém 393 miligramas.

- No caso de uma ingestão grande, o animal também pode ter pancreatite (problema que ataca o fígado) devido à grande quantidade de gordura presente no doce.

O limite considerado máximo para a ingestão da substância é de 20 miligramas por quilo do animal. A veterinária Fernanda Fragata, também de São Paulo, explica que a partir desta quantidade começam a aparecer sintomas mais discretos. As reações mais graves surgem a partir da ingestão de 40 a 50 miligramas.

- Os sintomas podem aparecer de seis a 12 horas após a ingestão.

Bicho tem que comer comida... de bicho!

Todo dono sabe que é difícil resistir aos olhos pidões. Se esse é o seu caso, saiba que hoje em dia, além de alimentação adequada para cada perfil animal, existem também chocolates especiais para cães, sem açúcar ou cacau. Porém, Mário alerta que mesmo os chocolates próprios para cães não devem ser administrados em excesso.

- A dieta balanceada de um animal deve ser sempre composta por ração e nada mais.

Fonte: Portal R7

A matéria acima revela os riscos que o chocolate oferece aos seus bichinhos, porém é importante lembrar que o seu pet pode ter diarreia ao comer chocolates. Neste caso, o problema pode ser resolvido com o medicamento Diasin, da linha Homeo Pet, da Real H, conforme anúncio abaixo:

Clique no link e saiba mais sobre o Diasin: http://www.realh.com.br/pet/produto.php?pr=365

GlobalShop 2010: criatividade e inteligência no ponto de venda



A integração do ponto de venda com redes sociais também deve se concretizar como uma das tendências.

A edição 2010 da GlobalShop, uma das maiores feiras sobre comunicação no ponto de venda do mundo, indicou tendências para o segmento, com base no comportamento do mercado norte-americano neste período pós-crise. A principal mensagem é cada vez mais racionalizar os investimentos. E quando se trata de campanhas de comunicação, utilizar materiais mais baratos e eficientes, porém sem perder a criatividade. Este é o famoso conceito "fazer mais com menos".

Tudo leva a crer que o papelão será um dos principais materiais utilizados no ponto de venda no médio prazo. No evento, o papelão esteve presente em ilhas promocionais, pontas de gôndola e em todo tipo de decoração para o PDV. O destaque ficou para o uso casado do papelão com outros diversos materiais e com telas de LCD. Os fatores que colocam o papelão em evidência são inúmeros: além de poder ser reciclado, facilita o transporte, a montagem das peças e possui um preço mais acessível.

Outra novidade diz respeito ao barateamento do LED que, apesar de muito mais econômico que as lâmpadas fluorescentes, costumava ser menos utilizado por conta do custo. Com a queda dos preços, a expectativa é que o material se torne ainda mais presente em peças, equipamentos e nas próprias lojas. O self checkout, mecanismo pelo qual o consumidor registra, paga e empacota suas compras sem a ajuda de um profissional no caixa, também tem sido bastante utilizado pelos norte-americanos. Embora não deva encontrar muitos adeptos no Brasil, a tecnologia foi criada para redução de custos nas redes já impactadas pela crise.

A integração do ponto de venda com redes sociais também deve se concretizar como uma das tendências mais fortes dessa comunicação. O objetivo é gerar experiência e facilidade ao consumidor, que hoje pode pesquisar produtos e comprar a qualquer momento e em qualquer lugar, inclusive de dentro do próprio ponto de venda.

A GlobalShop deste ano deixou claro como integrar criatividade e inteligência na comunicação do PDV é essencial em qualquer momento, seja de crescimento econômico ou períodos de recessão. Mesmo com uma realidade diferente, boa parte das práticas dos varejistas americanos podem, e devem, chegar aos PDVs brasileiros. Afinal, criatividade para tornar a comunicação no PDV mais eficiente também é uma especialidade nossa e que pode ser aprimorada com os conceitos e novidades exibidos na feira. O desafio é sempre despertar o interesse, informar, conquistar e fidelizar o shopper que, hoje, é ainda mais consciente e capaz de se manter informado em qualquer lugar e a qualquer momento do dia.

Fonte: Cidade Marketing.

Liquidação demais afeta a lucratividade


Marcas e especialista defendem o uso racional do apelo promocional

O consumidor mais atento que percorre um shopping com relativa frequência percebe: é cada vez mais comum ver os adesivos de liquidação e de queima de estoque nas vitrines das lojas de vestuário e moda. Antes restrita ao fim das estações da moda, a venda de produtos a preços reduzidos já é feita a cada 15 dias por varejistas como a Zara e ganha força em todo o mercado após datas comemorativas como o Natal e o Dia das Mães, o que não é nada bom para o lojista.

A utilização deste recurso centenário importado dos Estados Unidos chega a representar mais de um terço do faturamento de algumas marcas de roupa no Brasil. Se a empresa vende 30% de seus produtos a um preço mais baixo, a sua lucratividade será reduzida na mesma proporção. A tendência é que haja uma diminuição ainda maior do lucro das empresas que embarcam no festival das liquidações, uma vez que as queimas de estoque estão sendo antecipadas e até variáveis incontroláveis como o clima afetam na demanda.

As liquidações fazem parte do negócio do varejo. O problema está no efeito manada que acontece com uma loja remarcando preço atrás da outra. “É um absurdo queimar estoque em pleno verão. Há um desespero para vender”, aponta Lauro Wöllner, sócio da grife carioca Wöllner. “Está uma loucura. É uma reação em cadeia e todos vão reagindo. Se não entrar (na onda de liquidação) acabamos perdendo venda. Não podemos demorar para seguir”, relata Thais Simonassi, Gerente de Marketing da Cavendish.

Há alternativas
Se chove no verão e faz sol no inverno, a coleção da estação perde o seu apelo. “Não tem como se preparar porque o clima está improvável. Teve inverno quente e verão com chuva em São Paulo”, afirma o Professor Doutor Marcos Cortez Campomar, Coordenador do MBA Marketing de Serviços da FIA/FEA/USP. Ainda assim, há formas de minimizar os riscos. “Tem que olhar a demanda e o estoque corretamente usando técnicas e estudos”, ressalta Campomar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Uma das ações promovidas pelas marcas foi a diminuição no número de coleções lançadas durante o ano. Hoje, a média é de duas: outono-inverno e primavera-verão. Wöllner e Cavendish fogem do comum e ainda trabalham com novos produtos para o alto-verão. As lojas de outlets também continuam sendo uma alternativa. A TNG tem 14 pontos-de-venda exclusivos para produtos com desconto.

Outras formas de liquidar a coleção são as ações de queima de estoque pela internet. A primeira opção é no próprio site da marca, como faz a Osklen. A segunda, e cada vez mais utilizada, é vender pelos clubes de desconto como Superexclusivo, Privalia, Coquelux e BrandsClub. Com desconto de até 80%, marcas como Richards e Daslu aproveitam a onda do comércio eletrônico para escoar a produção que não conseguiram vender em suas lojas físicas.

Falsa lucratividade
A despeito da tendência do mercado, Wöllner e Cavendish não querem fazer mais liquidações do que já fazem. “É uma falsa lucratividade”, constata Lauro Wöllner em entrevista ao Mundo do Marketing. “As oportunidades de participação em bazares durante ao ano são definidas de acordo com a quantidade de produtos antigos que temos em estoque. Não pretendemos participar mais do que já participamos”, pondera Thais Simonassi, da Cavendish.

Quando têm que entrar na onda do mercado ou em ações promocionais, as duas marcas usam estratégias diferenciadas. “Tentamos qualificar as promoções para que não pareça liquidação. Pontuamos descontos em apenas algumas peças”, informa Wöllner. “Colocamos em promoção alguns produtos que não giram tão bem. É mais fácil o consumidor entrar na loja que ele gosta e está em promoção. O poder de atração fica maior. Quando ele está dentro da loja, as vendedoras o estimulam a combinar com outras peças que não estão em liquidação”, conta Thais, da Cavendish, ao Mundo do Marketing.

Há dois perfis de consumidores que compram em liquidação. O primeiro são clientes que querem aproveitar um preço mais acessível, mas que não deixam de comprar durante o ano. O segundo é o consumidor de oportunidades. “Certamente a maioria (que compra em liquidação) não pertence ao nosso público-alvo de costume”, constata a Gerente de Marketing da Cavendish.

Fonte: Mundo do Marketing.

30.3.10

Nestlé inova e cria SAC pelo SMS


Serviço Nestlé ao Consumidor completa 50 anos com cerca de 2,5 mil contatos por dia

O consumidor que estiver passando em frente a uma gôndola de supermercado, preparando uma receita ou até mesmo na rua e tiver dúvidas sobre um produto Nestlé poderá esclarecê-la ali mesmo, na hora. Não precisa mais enviar carta, e-mail ou ligar para o serviço de atendimento ao consumidor: a Nestlé se relacionará com seus clientes também pelo SMS. De graça, qualquer um poderá enviar uma mensagem pelo celular para o número 25770 e ter a resposta na mesma hora. Se for alguma questão mais complexa, a Nestlé liga direto para o celular do consumidor.

A criação do novo canal de relacionamento, inédito no Brasil, faz parte das comemorações dos 50 anos do Serviço Nestlé ao Consumidor. Por dia, a Nestlé recebe cerca de 2,5 mil contatos de clientes, atendidos por 95 profissionais, incluindo parceiros e uma central de atendimento 0800 dentro da companhia. São 40 cartas e mil ligações, o mesmo número de e-mails. Por SMS, a empresa já respondeu 110 clientes depois de divulgar pelo site e pela revista Nestlé com Você.

A publicação é outro destaque que serve como ponto de contato entre a marca e seus consumidores. São 300 mil exemplares distribuídos mensalmente. Se fosse uma revista tradicional, estaria entre as 10 maiores do país. O portal também é outro campeão de audiência. Acessado por um milhão de pessoas todo mês, o canal on-line oferece informação personalizada sobre nutrição, saúde e bem-estar.

Atendimento ao consumidor é estratégico
A estratégia de relacionamento da Nestlé serve de exemplo para o mundo. Todo dia é gerado um relatório para todas as áreas sobre os principais fatos levantados pelos consumidores. A partir deste trabalho, a empresa já criou e melhorou seus produtos, como a recente reformulação das tampas das embalagens dos produtos enlatados. “O Serviço Nestlé ao Consumidor não é apenas um serviço, é estratégico para a companhia”, afirma Izael Sinem Junior, Diretor de Comunicação e Serviços de Marketing da Nestlé Brasil.

Os mais de mil produtos de mais de 50 marcas da Nestlé estão em 98% dos lares brasileiros, segundo a Kantar Worldpanel. Três milhões de pessoas fazem parte do programa de relacionamento da marca, o Nestlé com Você todo dia. São consumidores que estão sempre em contato com a companhia e fazem parte de um banco de dados retroalimentado pela companhia e acompanhado de perto. “Queremos conhecer o nosso cliente e se relacionar com ele”, aponta Marcia Abreu, Gerente Executiva de Gestão de Relacionamento da Nestlé Brasil.

Apesar da inovação ao oferecer o relacionamento por SMS, a Nestlé não tem nenhum canal de atendimento nas redes sociais. E, embora monitore todas elas, não pretende colocar o seu pé neste ambiente. “O cliente que posta alguma coisa na mídia social sempre fala com a gente pelos meios tradicionais e depois que o respondemos ele mesmo publica a nossa resposta”, explica Marcia. “Acreditamos que este ambiente é muito democrático e é nesta democracia que vamos atuar”, responde ao Mundo do Marketing.

História de inovação
Mesmo sem um canal de atendimento na mídia social, a Nestlé promove seus produtos por meio de informação no seu portal www.nestle.com.br e no recém criado aplicativo para iPhone com receitas. Desenvolvido em conjunto com a Future Group, mesma agência que criou o SAC pelo SMS, o aplicativo já teve mais 45 mil downloads. A Nestlé não informa o investimento nestas ações e ainda não sabe quantos SMS receberá por dia.

Só sabe que serão muitos, principalmente porque a marca comunicará os 50 anos do Serviço Nestlé ao Consumidor (SNC) com uma campanha publicitária criada pela Fábrica que estará na mídia imprensa, on-line e dirigida. A ação possui um hotsite que conta a história do serviço que foi pioneiro em 1960 e ofereçe cinco fascículos com receitas consagradas, depoimentos dos funcionados no SNC e de consumidores.

A expectativa é se aproximar ainda mais dos consumidores e não deixá-los insatisfeitos. O serviço de Atendimento Nestlé surgiu como Centro Nestlé de Economia Doméstica, com função de esclarecer as dúvidas culinárias das donas de casa e auxiliá-las com receitas elaboradas, principalmente, com o Leite Moça. Hoje, a partir das manifestações dos consumidores, a empresa voltou a comercializar o Nescau tradicional e o chocolate Sensação depois de ter retirado estes produtos dos pontos-de-venda.

Fonte: Mundo do Marketing.

24.3.10

Como a mulher se relaciona com a Internet?



Pesquisa realizada pela Predicta e a Multifocus analisou o comportamento da mulher de baixa renda na Internet

Você fica curioso em saber como a mulher se relaciona com a Internet? Pensando nisso a Predicta e a Multifocus realizaram a pesquisa Etnografia Digital (método de pesquisa que monitora o público a ser pesquisado em tempo integral), com objetivo de analisar o comportamento da mulher de baixa renda na Internet e fora dela. A pesquisa foi realizada durante 11 dias corridos (16 a 27 de dezembro de 2009), com 50 donas-de-casa com Internet em domicílio, de 25 a 49 anos, residentes em São Paulo e com renda familiar de até 10 salários mínimos, ou seja, nível sócio-econômico C.

Quem é e o que faz na Internet a mulher dona-de-casa da classe C, de 25 a 49 anos?
- 40% passam mais de duas horas por dia conectadas;
- 83% se conectam todos os dias;
- 86% participam de alguma rede social;
- 23% já criaram ao menos uma comunidade;
- 33% consideram a Internet um passatempo melhor do que a televisão;
- 78% se sentem mais globalizadas na Web;
- 15% chegam a se sentir mais inteligentes;
- 26% declaram se sentir totalmente seguras em fazer compras online.

Qual são os hábitos de navegação e como eles repercutem nas atitudes e comportamentos das donas-de-casa internautas de classe C?

- Os registros de navegação apontaram para uma grande atividade desse público na Web: em 11 dias foram registrados 94.250 acessos em 2.700 URLs diferentes;
- Considerando o tipo de sites acessados, 44% da navegação foram em páginas de relacionamento; 38% em sites de informação; 10% em entretenimento; 6% em e-commerce e 2% em serviços.

Outros resultados
Analisando as URLs acessadas percebe-se que, em sites de relacionamento, as redes sociais respondem por 94% dos acessos, sendo o Orkut o mais visitado. O acesso a chats foi significativamente menor, com somente 5%, e os blogs registraram 1%.

Outro dado interessante é que nos sites de busca de informação, apenas 34% dos acessos são para enviar ou receber e-mail, o que mostra a força dos contatos imediatos presentes nas redes sociais. Apenas 10% da procura por informações foram em portais, jornais e revistas, enquanto que "buscadores" foram responsáveis por 56% das visitas.

Já os acessos a serviços são mais distribuídos: Internet Banking foi responsável por 23% das visitas em portais de prestação de serviços, mas perdeu para a busca por emprego, que respondeu por 54% das URLs nessa categoria. O governo vem fazendo um bom trabalho, com 19% do total de navegação em sites de serviços na Web.

Para empresas e anunciantes cuidado com elas: 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.

Fonte: Portal Próxxima.

22.3.10

Profissional experiente, 30 anos de idade, moreno, alto, usa óculos, casado e com filha, não tem problema desde que seja criativo, divertido, converse muito, tenha sempre boas histórias para contar. Não precisa ser pontual, afinal, perder a hora ás vezes é normal. Pode ter vícios como ouvir flashback anos 70,80,90 e EVERYBODY DANCE NOW.


BRINCADEIRINHA! FÁBIO*, AINDA BEM QUE ENCONTRAMOS VOCÊ. HOJE A LNE RESOLVEU DAR UMA PAUSA DE 5 MINUTINHOS, PARA DESEJAR QUE VOCÊ CONTINUE CONQUISTANDO TODA FELICIDADE QUE SEMPRE QUIS. SUCESSO!

A VIDA COMEÇA AOS 30. FELIZ ANIVERSÁRIO!

*Fábio Ferreira: é diretor de arte da Latina, Novo Engenho Integrada.