



















Felipe Orro é canditado e concorrerá pelo PDT com o número – 12345. Toda a parte visual da campanha esta sendo feita por nós.
Estava vendo o resultado do Webby Awards, uma espécie de “Oscar da internet” que desde 1996 tem dado reconhecimento a diversas iniciativas planejadas e produzidas para a internet, desde sites, anúncios interativos, vídeos até filmes online. Achei então, que este “post” seria informativo e poderia, a partir desta premiação, apresentar uma retrospectiva dessa frenética mudança de conceitos e na forma que temos em nos comunicar na pós-modernidade, através dessas ferramentas que foram criadas e absorvidas pelos fans da web.Hoje mais de 2 bilhões de habitantes estão conectados em nosso planeta. Isso é um problema e uma solução ao mesmo tempo, isso possibilita um constante fluxo de informação, que dia a dia gera uma maior necessidade de filtros para encontrarmos relevância e consistência. Mas estamos todos, em diferentes graus aprendendo a produzir vários tipos de conteúdos e é difícil prever como tudo isso irá alterar toda a sociedade humana.
Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%.
Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95).O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online.
Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma.
Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing.
O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende.
Publicado no portal mmonline.com.br

Foto: Afonso Jandre, relaxando no Parque das Nações Indígenas.
Valeu, Afonso! Você é parceirão, hein.
RÁÁÁ! PEGADINHA DO MALANDRO!!!
Claro que a nossa equipe tem energia de sobra para comemorar o aniversário do mês em plena sexta-feira, mas quem conhece o Afonso sabe que trabalho nunca é demais e o bonde não pode parar. Bom, o gato no espeto vai ficar para depois.
Feliz aniversário, Afonso! E bom evento, aí, em Belém.

A partir das próximas semanas, a publicidade da indústria automobilística deverá trazer uma "mensagem educativa".
O padrão será similar ao que já ocorre com a propaganda de cigarro e de bebida alcoólica, que difundiram expressões como "fumar é prejudicial à saúde" ou "beba com moderação".
Agora, será a vez de frases sobre a exigência do cinto de segurança, do capacete e do respeito à velocidade, por exemplo.

Pesquisa da InsightExpress concluiu que a publicidade pelo celular tem hoje um efeito quase cinco vezes maior, em termos de fixação de lembrança de marca, do que a propaganda feita para quem acessa a internet pelo computador, relata o site MarketingProfs.
A pesquisa espontânea (em que se pede para o entrevistado citar uma marca sem lhe apresentar uma lista), mostrou que a publicidade pelo celular aumenta em 9% o número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Já na propaganda pela internet a alta verificada foi de apenas 2%.
Na pesquisa estimulada (em que o entrevistado recebe uma lista de marcas e diz qual ou quais ele conhece), o impacto foi de 9% para anúncios pelo celular e 3% para propagandas pela internet.
“As campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto [da campanha] sobre a marca”, afirmou Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel da InsightExpress.
O estudo também afirma que as campanhas pelo telefone móvel geram aumento de 12% nas compras, enquanto pela internet a alta foi de 2%. A InsightExpress usou dados de novembro de 2007 a dezembro de 2009, abrangendo 1.000 campanhas pela internet e 100 campanhas pelo celular.
As informações são do Radar Econômico, do Estadão, citando MarketingProfs.



Confira as dicas de Nancy Assad, da NA3, de como trilhar um caminho de sucesso no processo de negociação
Muitas vezes nos deparamos neste frenético mundo contemporâneo com uma certa inflexibilidade e rigidez das pessoas as quais nos relacionamos no nosso dia a dia, sejam clientes, parceiros, fornecedores e até mesmo familiares. São decisões e negociações que dependem da interação do nosso interlocutor, nem sempre com a boa vontade de colaborar, de jogar o jogo da negociação como um jogador elegante e bem treinado.
As velhas regras da negociação e do mercado podem parecer tão gélidas a ponto de endurecer nossas posições, que uma vez imersos no universo corporativo, venderemos nossas almas ao diabo. Mas as coisas podem ser diferentes. É possível, sim – e para a surpresa de muitos –, mantermos nossos corações e a nossa postura mais humanos, mais abertos, mais justos e mesmo assim contemporâneos. O mundo moderno tem seus mandamentos capitais, claro. Porém, para trilhar um caminho de sucesso, é tão importante ouvir a intuição quanto seguir a razão, a experiência e o bom senso. Sobretudo no campo da negociação, devemos ter em mente dez diretrizes capitais:
1. Ame a sua corporação
Amor é uma palavra traiçoeira. Dá-nos a impressão de que só se pode amar uma coisa por vez. Mas a vida não é compartimentada, segregada, dividida em pastas, dossiês e arquivos. Atualmente, a vida cotidiana se desdobra em família, amigos, hobbies, passatempos e, claro, o trabalho. Para lidar com tantos compromissos, é preciso saber negociar. O fiel da balança é o tempo. Lembre-se que o seu trabalho é o pilar que sustenta a sua qualidade de vida e o bem-estar de sua família. Portanto, para viver bem, é fundamental zelar por sua corporação.
2. Não use o nome de sua empresa em vão
Uma negociação não é um tribunal. Por isso, não vale “apelação”. Um dos fundamentos de uma boa negociação é o respeito mútuo entre as partes, sem espaço para apelar para o lamentável coringa: “Você sabe com quem está falando?”. Por esta razão, não queime o cartão de visita da sua empresa com arrogância, presunção ou prepotência. Cultive uma relação de “igual para igual” com os profissionais com quem você está negociando.
3. Respeite o tempo
O decálogo original nos diz para guardarmos “domingos e festas”. E não podia ser mais certeiro. No mundo dos negócios, catalisado pelas novas tecnologias, temos a tendência de atropelar o tempo. E, muitas vezes, de passar por cima do tempo dos outros. Por mais que uma negociação seja urgente, é importante respeitar o tempo. Discutir propostas sob uma pressão exacerbada só atrapalha o entendimento.
4. Honre a sua palavra
Uma negociação é um contrato de damas e cavalheiros. Ao lançar uma proposta, para selar uma negociação, seja prudente e honre a sua palavra. É a sua credibilidade que está em jogo, assim como o nome de sua empresa. Uma negociação não é um vale-tudo, que permite mentiras e propostas indecentes.
5. Não matarás
Não seja o tipo de negociador capaz de “tudo” para sair vitorioso de uma discussão. Respeito é bom, sempre – mesmo quando as partes encontram dificuldades para chegar a um acordo. Tudo tem limite. E este limite é a ética.
6. Não pecarás
É verdade que errar é humano. No entanto, premeditar um erro é dar um passo em falso. Para uma negociação, a sinceridade é um item essencial. O erro, desde que sincero, é perdoável. A mentira, friamente calculada, é um pecado capital.
7. Não furtarás
As regras do jogo são claras: não vale roubar. Esta não é só uma questão ética e moral, mas uma questão de direito. Por isso, jogue limpo. Uma negociação não deve ser um jogo de ganhadores e perdedores. Ao contrário, pois se bem conduzida, a negociação pode se tornar um belíssimo jogo de ganhadores e ganhadoras.
8. Não levantarás falso testemunho
A verdade é o valor mais importante – e não só na negociação, mas na vida em sua plenitude. Por isso, a mentira está fora de cogitação. O falso testemunho rompe, muitas vezes irremediavelmente, a relação de confiança entre os negociantes.
9. Não desejarás a empresa ao lado
A fidelidade é essencial. É possível manter um relacionamento com várias parcerias profissionais ao mesmo tempo, mas não faça jogo duplo. Se estiver em uma negociação com uma empresa, não aposte simultaneamente na empresa vizinha, “a mulher do próximo”.
10. Não cobiçarás as coisas alheias
Ao discutir propostas com um profissional, você está procurando trazer melhorias e aperfeiçoamentos para a sua empresa – o que pode acarretar progressos para outras pessoas. Por isso, não seja ambicioso a ponto de tentar se aproveitar dos outros. Não inveje as conquistas alheias, mas busque aprender com elas.
Por fim, devo dizer que uma negociação deve ser uma relação de “ganha-ganha”. Esta é uma das mais importantes lições no mundo corporativo. Apesar de terem interesses diversos, você e seu parceiro profissional devem buscar o equilíbrio que garanta benefícios para ambas as partes. E assim como nos dizem as palavras já cristalizadas na história: ame ao próximo como a si mesmo.
Nancy Assad (Especialista em Comunicação e Marketing. É fundadora e consultora da NA3 Comunicação Estratégica)
Fonte: HSM Online